1 – Curintiano torce contra o Palmeiras, o São Paulo e o Santos, mas não é anti. Só quem torce contra o Curíntia é anti.
2 – Todo título do Curíntia vale mais que o dos outros. Não interessa se as condições e o campeonato forem os mesmos e se a quantidade dos rivais é maior.
3 – Deus é brasileiro e curintiano e todas as outras torcidas estão condenadas aos caldeirões do Inferno.
4 – O Curíntia tem a maior torcida do mundo. Chivas Guadalajara e Flamengo são apenas erros estatísticos.
5 – O Curíntia é o único representante legítimo do povo. Morador de comunidade que torce para outro time é traidor.
6 – Ganhando ou perdendo, todo curintiano tem o direito de xingar os rivais de todos os nomes possíveis e imagináveis. Só tirar sarro não é suficiente. E os rivais não tem qualquer direito a sarro nas improváveis derrotas do Curíntia. Se zoar, é porrada.
7 – Curintiano não é homofóbico. Apenas não tem culpa que todo sãopaulino é gay. E gay não é gente.
8 – Comemoração de curintiano nunca tem confusão, depredação ou briga. Isso é coisa de bambi, porco e sardinha. Curintiano só festeja.
9 – Nota alta no Carnaval é obrigação. Nota baixa é conspiração.
10 – Ganhar Mundial só depois de ganhar a Libertadores é coisa de bambi e sardinha. Para o Curíntia a ordem dos fatores não altera o produto. Rumo ao bi.
11 – O Curíntia é o melhor time do mundo. Barcelona é invenção da imprensa e dos antis.
12 – Tite é gênio e só não vai para a Seleção por que o Mano Menezes também é Curíntia. Telê Santana teria muito a aprender com a Titabilidade.
13 – Quando o Lula voltar a ser Presidente, o aniversário do Curíntia vai ser feriado internacional e o Palácio do Planalto vai se mudar para Itaquera, ao lado do estádio.
14 – Aqui é Curíntia!!
15 – Vai Curíntia!!
Se alguém quiser contribuir com a compilação, fique à vontade.
Um lugar para quem acha que os melhores do mundo do futebol são aqueles que ganham Copas não os que ganham milhões
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quinta-feira, julho 05, 2012
sexta-feira, junho 22, 2007
Sem surpresas
Foi uma final sem surpresas. Aliás, foi um campeonato sem supresas.
Todas as partes se comportaram conforme as expectativas e ninguém saiu do script.
Tivemos um Boca calmo e catimbeiro ao extremo, um Grêmio (só) esforçado, um juiz (para variar) conivente e ruim e um Riquelme comendo a bola com vontade.
Tudo no lugar, tudo encaixado. E o resultado não poderia ser outro: Boca campeão da Libertadores jogando no Brasil.
E pior: sendo responsável pela única derrota do Grêmio em casa, que se junta a um clube que já tem o Palmeiras e o Santos.
Como diria Galvão Bueno, "perdeu na hora errada".

Juan Román: monstruo
Tentando deixar o despeito Tricolor de lado, acho que o Grêmio fez muito chegando até a final. Um time onde o Tcheco é considerado craque e que tem em Sandro Goiano um exemplo de raça, só podia contar com a sorte e com a incompetência dos rivais para passar de fase. Mas a sorte um dia acaba e acabou em frente à torcida.
O Grêmio tem um grande conjunto, um treinador competente e equilibrado e uma torcida realmente empolgante, mas para ganhar jogos é preciso fazer mais e isso sobrou no Boca.
Ficam os parabéns pela campanha e o orgulho de ter deixado todo mundo para trás.
Parabéns principalmente ao Mano Menezes, que já entrou para a história do clube com a Batalha dos Aflitos, e que não precisa provar mais nada em Porto Alegre, o que talvez sinalize que é hora de ir para outras terras.
Quem sabe não é ele que o São Paulo precisa para reanimar um time de birra com o treinador atual?

Mano, derrotado. Um bom nome para o Tricolor?
Fotos: Terra
Todas as partes se comportaram conforme as expectativas e ninguém saiu do script.
Tivemos um Boca calmo e catimbeiro ao extremo, um Grêmio (só) esforçado, um juiz (para variar) conivente e ruim e um Riquelme comendo a bola com vontade.
Tudo no lugar, tudo encaixado. E o resultado não poderia ser outro: Boca campeão da Libertadores jogando no Brasil.
E pior: sendo responsável pela única derrota do Grêmio em casa, que se junta a um clube que já tem o Palmeiras e o Santos.
Como diria Galvão Bueno, "perdeu na hora errada".

Juan Román: monstruo
Tentando deixar o despeito Tricolor de lado, acho que o Grêmio fez muito chegando até a final. Um time onde o Tcheco é considerado craque e que tem em Sandro Goiano um exemplo de raça, só podia contar com a sorte e com a incompetência dos rivais para passar de fase. Mas a sorte um dia acaba e acabou em frente à torcida.
O Grêmio tem um grande conjunto, um treinador competente e equilibrado e uma torcida realmente empolgante, mas para ganhar jogos é preciso fazer mais e isso sobrou no Boca.
Ficam os parabéns pela campanha e o orgulho de ter deixado todo mundo para trás.
Parabéns principalmente ao Mano Menezes, que já entrou para a história do clube com a Batalha dos Aflitos, e que não precisa provar mais nada em Porto Alegre, o que talvez sinalize que é hora de ir para outras terras.
Quem sabe não é ele que o São Paulo precisa para reanimar um time de birra com o treinador atual?

Mano, derrotado. Um bom nome para o Tricolor?
Fotos: Terra
sexta-feira, junho 15, 2007
Acabou?
Depois do chocolate que levou na Bombonera, poucos brasileiros acreditam que o Grêmio possa reagir e evitar mais um título do Boca na Libertadores.
Dentre esses poucos, me arrisco a dizer que 100% são gremistas. Só eles mesmos para acharem que o time do Riquelme vai a Porto Alegre para outra coisa que não pegar a taça, a exemplo do que já fez contra o Palmeiras e o Santos. Derrotar brasileiros no Brasil parece ser a especialidade do Boca.
E por falar em Riquelme, o excepcional meia que está voltando para o Villareal no fim do mês, literalmente comeu a bola. Fez, deu passe, catimbou, driblou, gritou e ganhou. Só faltou colocar a defesa do Grêmio na roda.
Pensando bem, não faltou não.

O Olé se rende a Riquelme
E é exatamente por causa de Riquelme que eu me junto ao grupo dos que não acreditam que os gaúchos levam essa.
Certamente o Boca não um "Caxias de grife" como disse, em comentário duplamente pejorativo, o dirigente Paulo Pelaipe, o que me faz acreditar que o Grêmio precisa de um pouco mais do que fazer o impossível para ganhar a Libertadores neste ano.
O Grêmio precisa é de um milagre e não sei se isso virá dos pés de Lucas, que está de partida para o Liverpool, mas ainda terá uma chance de mostrar do que é feito ao substituir o desequilibrado Sandro Goiano.
Mas como os gremistas costumam dizer, nada é fácil para o Grêmio.
A esperança é a última que morre, imortal tricolor. Tente a sorte.
Dentre esses poucos, me arrisco a dizer que 100% são gremistas. Só eles mesmos para acharem que o time do Riquelme vai a Porto Alegre para outra coisa que não pegar a taça, a exemplo do que já fez contra o Palmeiras e o Santos. Derrotar brasileiros no Brasil parece ser a especialidade do Boca.
E por falar em Riquelme, o excepcional meia que está voltando para o Villareal no fim do mês, literalmente comeu a bola. Fez, deu passe, catimbou, driblou, gritou e ganhou. Só faltou colocar a defesa do Grêmio na roda.
Pensando bem, não faltou não.

O Olé se rende a Riquelme
E é exatamente por causa de Riquelme que eu me junto ao grupo dos que não acreditam que os gaúchos levam essa.
Certamente o Boca não um "Caxias de grife" como disse, em comentário duplamente pejorativo, o dirigente Paulo Pelaipe, o que me faz acreditar que o Grêmio precisa de um pouco mais do que fazer o impossível para ganhar a Libertadores neste ano.
O Grêmio precisa é de um milagre e não sei se isso virá dos pés de Lucas, que está de partida para o Liverpool, mas ainda terá uma chance de mostrar do que é feito ao substituir o desequilibrado Sandro Goiano.
Mas como os gremistas costumam dizer, nada é fácil para o Grêmio.
A esperança é a última que morre, imortal tricolor. Tente a sorte.
quarta-feira, junho 13, 2007
A final
Escolher um lado na final da Libertadores está muito difícil.
De um lado está o Grêmio, a asa negra gaúcha que mandou o Tricolor para casa, merecidamente, é bom que se diga.
Do outro está o time mais popular da Argentina, fato suficiente para meu sangue chileno ferver.
Apesar de não estar em uma boa fase, em nome do futebol eu poderia optar pelo nome de Riquelme, um craque que já fez chover em La Bombonera e que hoje parece caminhar para um semi-melancólico fim de carreira. Pelo menos ele está em casa.
No lado do Grêmio não há ninguém. Quer dizer, ninguém à altura de Riquelme. O que existe é um time aplicado taticamente e muito forte fisicamente. E nem adianta mencionar o nome do Tcheco. Para mim, esse rapaz é, no máximo, bom. Craque, nunca.
Somando prós, contras, birras e higiene, fico com o Boca mesmo.
Por que esse negócio de "o Grêmio é o Brasil na Libertadores" é balela do Galvão.
Vamos, vamos, Argentina, vamos, vamos, a ganar...
Escolhido o lado, chega o momento das já tradicionais previsões.
Ao contrário dos meus colegas de trabalho, eu penso que empatar ou ganhar o jogo de hoje pode ser pior para o Grêmio. O Boca já mostrou no passado e mesmo nesta Libertadores que joga bem sob pressão, principalmente quando precisa buscar o resultado na casa do adversário.
Por isso, uma derrota por 1 a 0 seria de bom tamanho.
E os argentinos que se virem no Olímpico.
Vamos ver se tenho alguma razão ou se só entendo de dor-de-cotovelo e manias de grandeza.
De um lado está o Grêmio, a asa negra gaúcha que mandou o Tricolor para casa, merecidamente, é bom que se diga.
Do outro está o time mais popular da Argentina, fato suficiente para meu sangue chileno ferver.
Apesar de não estar em uma boa fase, em nome do futebol eu poderia optar pelo nome de Riquelme, um craque que já fez chover em La Bombonera e que hoje parece caminhar para um semi-melancólico fim de carreira. Pelo menos ele está em casa.
No lado do Grêmio não há ninguém. Quer dizer, ninguém à altura de Riquelme. O que existe é um time aplicado taticamente e muito forte fisicamente. E nem adianta mencionar o nome do Tcheco. Para mim, esse rapaz é, no máximo, bom. Craque, nunca.
Somando prós, contras, birras e higiene, fico com o Boca mesmo.
Por que esse negócio de "o Grêmio é o Brasil na Libertadores" é balela do Galvão.
Vamos, vamos, Argentina, vamos, vamos, a ganar...
Escolhido o lado, chega o momento das já tradicionais previsões.
Ao contrário dos meus colegas de trabalho, eu penso que empatar ou ganhar o jogo de hoje pode ser pior para o Grêmio. O Boca já mostrou no passado e mesmo nesta Libertadores que joga bem sob pressão, principalmente quando precisa buscar o resultado na casa do adversário.
Por isso, uma derrota por 1 a 0 seria de bom tamanho.
E os argentinos que se virem no Olímpico.
Vamos ver se tenho alguma razão ou se só entendo de dor-de-cotovelo e manias de grandeza.
sexta-feira, maio 04, 2007
(pronto) Inacreditável

Não há explicação coerente para o que fez o goleiro do Velez Sarsfield durante o clássico contra o Boca na noite da última quarta-feira.
Foi uma agressão violenta, desmedida e totalmente desnecessária.
A bola estava dominada, o jogador Palacio do Boca estava longe e o risco de choque era praticamente nulo. Era uma simples questão de pegar a bola no alto, pisar o gramado novamente e sair jogando.
Mas isso é simples demais para algumas pessoas que fazem hora-extra aqui neste mundo.
Para que fazer direito se eu posso fazer errado e "me dar bem"?
É, mas parece que ele não se deu tão bem assim: foi expulso, seu time foi punido com um pênalti (que o infeliz do Palermo perdeu, mas isso é outra história), a derrota por 3 a 0 deve custar a classificação e a punição deve novamente pesar no bolso.
Na minha opinião, isso é pouco. Cadeia seria mais apropriado para um bandido dessa estirpe, mas duvido que se chegue a esse ponto.
Pelo menos se começou bem e a coisa não acabou em pizza ou parrillada.
Vamos ver as consequências!
Fonte: Terra
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